Geraldo Marcolini vive e trabalha no Rio de Janeiro. Estudou Arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Pintura e Design Gráfico na School of Visual Arts de Nova York. Marcolini já trabalhou em diversas mídias como Pintura, Desenho, Gravura, Vídeo, Instalações e Artes Urbanas.
Seu trabalho atual consiste em uma reflexão sobre a imagem, na interseção entre a pintura e a fotografia. Sua abordagem se distancia de narrativas e simbolismos, focando na materialidade da pintura e na aparição das coisas no mundo.
Além do trabalho em pintura, realiza ações de arte urbana nos espaços públicos com os coletivos Atrocidades Maravilhosas (2000-204) e Tupinambá Lambido (2018-presente).
Participou de exposições como Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna, São Paulo (2001), Caminhos do Contemporâneo no Paço Imperial, Rio de Janeiro (2002), Chega de chupar essa xepa no Neue Dokument, Berlim (2004), Abre-Alas na Galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro (2005), Nano Stockholm no Studio 44, Estocolmo (2009), Investigações Pictóricas no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (2009), Oba Oba na Galeria Bang Bang, Lisboa (2015), Ter lugar pra ser no Centro Cultural São Paulo (2016), Fim de semana em Cabo Frio, Paço Imperial, Rio de Janeiro (individual) (2018), Casa Carioca no Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro (2020), Brasilitudes no Espace L, Genebra (2022), Paisagem sem dono (individual) na Cassia Bomeny Galeria, Rio de Janeiro (2023), Olho D’água (individual) na Alban Galeria, Salvador (2024), Adiar o Fim do Mundo, na FGV Arte, Rio de Janeiro (2025) entre outras. Atualmente é representado pela Alban Galeria.